quarta-feira, 18 de junho de 2008

Brainfreeze (Parte 2)

É claro que nenhuma das minhas teorias precisa de confirmação, porque estão sempre correctas. De qualquer forma decidi partilhar convosco um episódio ao qual assisti recentemente que realmente confirma o que eu aqui apresentei.
Um rapaz e uma rapariga meus conhecidos, recentemente encontraram-se, encontro esse do qual eu fui testemunha, algum tempo depois de se conhecerem. Nesse reencontro, não pude deixar de reparar que a rapariga em causa estava com um bloqueio qualquer, uma vez que o seu discurso não demonstrava a segurança que normalmente possuia, e isso intrigou-me. Neste caso, comprova-se que também as mulheres podem sofrer desta situação. Notava também um certo nervoso miudinho, quase imperceptível, mas que até lhe fazia tremer a voz. Tentei então perceber o que se estava a passar. Comecei por fazer uma análise ao que estaria fora do normal, isto em relação ao ambiente em geral. E cheguei à conclusão que era a presença desse rapaz. Uma das observações que fiz que eu achei mais piada, foi o facto de, sempre que ele se dirigia a ela, ela pedia para ele repetir o que ele tinha dito, porque ela não conseguia assimilar devidamente a informação. E as respostas dela, além de demorarem a sair, saiam lentas e com um cuidado que parecia que ela tinha medo de lhe fazer algum mal. Não consegui evitar e acabei por me rir da situação, o que foi mau para ela, porque pensou logo que me estava a rir do que ela tinha acabado de dizer, ficando a pensar que tinha dito um disparate. Mas nem ela nem ele perceberam a razão do meu sorriso.
Também eu, um dia, gostava de provocar esse bloqueio numa rapariga duplamente interessante. Não por ela se apaixonar por mim, mas pelo gozo da situação. =)

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