Conversa de cama:
- Amor, foi tão bom...
- Foi sim... Querida, passa-me o comando da tv... Está a dar o diário do euro.
- A minha mãe disse para irmos lá jantar a casa amanhã.
- Ai sim?
- Sim, vai lá a minha irmã também. Não me posso esquecer de passar na lavandaria. Amanhã tens de sair cedo, está bem?
- Sim...
- Passa no clube de vídeo e leva também os filmes senão pagamos multa.
- Ok...
- Como era amanhã que iamos ao Ikea ver os sofás, adiamos para depois de amanhã.
- Sim...
- Tenho que dizer à minha mãe para não fazer aquela mistela de legumes que tu odeias. É melhor ela fazer a lasagna, que tu gostas.
- Ok...
- E leva tu o vinho, porque já sabes como é o meu pai.
- Sim... Tu já viste isto?! A Turquia quase não tem jogadores para jogar contra a Alemanha!
- O quê?! Mas tu ouviste alguma coisa do que eu disse?!
- Claro que sim! Estavas a dizer o quanto foi bom para ti...
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Brainfreeze (Parte 3)
Eu tenho um amigo de um amigo que um dia passou por uma situação engraçada, que vou partilhar convosco.
Estava ele um dia a conversar num bar, com uma amiga daquelas dupla ou quadruplamente interessantes, e o homem não parava de olhar para o decote da rapariga. Até aqui tudo normal, já que é uma situação perfeitamente normal, e a que todos estamos sujeitos.
Quando a conversa acabou e ele regressou para junto dos amigos e questionado sobre o teor da conversa, ele só disse:
- Eu nem me lembro bem do que conversei com ela.
- Claro! Não paravas de olhar para o decote dela.
Até aqui eu pensava que isto era simplesmente a confirmação dessa grande verdade, "um bom decote, ofusca a cara" e também qualquer conversa que se possa estar a ter. Mas parece que havia outro factor que tinha influência no que aconteceu.
- Nem sabem... Ela tinha um cabelo no decote e eu não sabia se lhe dizia ou se eu próprio o tirava... Passei o tempo todo a tentar decidir, e por isso não sei bem sobre o que foi a conversa...
Estava ele um dia a conversar num bar, com uma amiga daquelas dupla ou quadruplamente interessantes, e o homem não parava de olhar para o decote da rapariga. Até aqui tudo normal, já que é uma situação perfeitamente normal, e a que todos estamos sujeitos.
Quando a conversa acabou e ele regressou para junto dos amigos e questionado sobre o teor da conversa, ele só disse:
- Eu nem me lembro bem do que conversei com ela.
- Claro! Não paravas de olhar para o decote dela.
Até aqui eu pensava que isto era simplesmente a confirmação dessa grande verdade, "um bom decote, ofusca a cara" e também qualquer conversa que se possa estar a ter. Mas parece que havia outro factor que tinha influência no que aconteceu.
- Nem sabem... Ela tinha um cabelo no decote e eu não sabia se lhe dizia ou se eu próprio o tirava... Passei o tempo todo a tentar decidir, e por isso não sei bem sobre o que foi a conversa...
segunda-feira, 23 de junho de 2008
E assim começou o Verão!
quinta-feira, 19 de junho de 2008
What do you want?
"What do you want, Hol? What? Because I'm tired of trying to figure it out. You want a bigger apartment? I'll take a second job. You want a child, you don't want a child. What? I know what I want because I have it in my hands right now."
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Brainfreeze (Parte 2)
É claro que nenhuma das minhas teorias precisa de confirmação, porque estão sempre correctas. De qualquer forma decidi partilhar convosco um episódio ao qual assisti recentemente que realmente confirma o que eu aqui apresentei.
Um rapaz e uma rapariga meus conhecidos, recentemente encontraram-se, encontro esse do qual eu fui testemunha, algum tempo depois de se conhecerem. Nesse reencontro, não pude deixar de reparar que a rapariga em causa estava com um bloqueio qualquer, uma vez que o seu discurso não demonstrava a segurança que normalmente possuia, e isso intrigou-me. Neste caso, comprova-se que também as mulheres podem sofrer desta situação. Notava também um certo nervoso miudinho, quase imperceptível, mas que até lhe fazia tremer a voz. Tentei então perceber o que se estava a passar. Comecei por fazer uma análise ao que estaria fora do normal, isto em relação ao ambiente em geral. E cheguei à conclusão que era a presença desse rapaz. Uma das observações que fiz que eu achei mais piada, foi o facto de, sempre que ele se dirigia a ela, ela pedia para ele repetir o que ele tinha dito, porque ela não conseguia assimilar devidamente a informação. E as respostas dela, além de demorarem a sair, saiam lentas e com um cuidado que parecia que ela tinha medo de lhe fazer algum mal. Não consegui evitar e acabei por me rir da situação, o que foi mau para ela, porque pensou logo que me estava a rir do que ela tinha acabado de dizer, ficando a pensar que tinha dito um disparate. Mas nem ela nem ele perceberam a razão do meu sorriso.
Também eu, um dia, gostava de provocar esse bloqueio numa rapariga duplamente interessante. Não por ela se apaixonar por mim, mas pelo gozo da situação. =)
Um rapaz e uma rapariga meus conhecidos, recentemente encontraram-se, encontro esse do qual eu fui testemunha, algum tempo depois de se conhecerem. Nesse reencontro, não pude deixar de reparar que a rapariga em causa estava com um bloqueio qualquer, uma vez que o seu discurso não demonstrava a segurança que normalmente possuia, e isso intrigou-me. Neste caso, comprova-se que também as mulheres podem sofrer desta situação. Notava também um certo nervoso miudinho, quase imperceptível, mas que até lhe fazia tremer a voz. Tentei então perceber o que se estava a passar. Comecei por fazer uma análise ao que estaria fora do normal, isto em relação ao ambiente em geral. E cheguei à conclusão que era a presença desse rapaz. Uma das observações que fiz que eu achei mais piada, foi o facto de, sempre que ele se dirigia a ela, ela pedia para ele repetir o que ele tinha dito, porque ela não conseguia assimilar devidamente a informação. E as respostas dela, além de demorarem a sair, saiam lentas e com um cuidado que parecia que ela tinha medo de lhe fazer algum mal. Não consegui evitar e acabei por me rir da situação, o que foi mau para ela, porque pensou logo que me estava a rir do que ela tinha acabado de dizer, ficando a pensar que tinha dito um disparate. Mas nem ela nem ele perceberam a razão do meu sorriso.
Também eu, um dia, gostava de provocar esse bloqueio numa rapariga duplamente interessante. Não por ela se apaixonar por mim, mas pelo gozo da situação. =)
segunda-feira, 9 de junho de 2008
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Brainfreeze

Todos já passaram certamente pela experiência de um congelamento do cérebro. Seja em que situação for. Ou porque estão de ressaca e em recuperação, ou porque vivem com o cérebro permanentemente congelado, ou porque vêem uma rapariga interessante (ou duplamente interessante) a passar, ou porque simplesmente estão apaixonados e tudo para além da pessoa amada não interessa ou passa em câmara lenta. Muitos ingerem uma quantidade relativa de álcool com o objectivo de prevenir tal fenónemo, e alguns são bem sucedidos. Mas lá está, quando o efeito do álcool passa, são vítimas do próprio remédio. Acho que o melhor remédio, para aqueles que não querem passar por este fenónemo, é mesmo não se embebedarem, não olharem para as raparigas interessantes (ou duplamente interessantes) que possam passar e claro, não se apaixonarem.
Obviamente, para mim, tudo isto é um mito, porque nunca aconteceu ao meu super cérebro. =)
terça-feira, 3 de junho de 2008
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